terça-feira, outubro 27, 2009

O valor das palavras

Uma lingua ou dialecto é essencialmente um grupo de pessoas ou povo que desenvolveu um conjunto de sons e sinais comuns de modo a poderem comunicar o que desejam uns entre os outros.

No entanto por mais estranho que pareça a partilha de significado das palavras é apenas parcial, pois cada um de nós dá o seu cunho pessoal ao significado de cada palavra ou frase.
Dai por vezes surgem mal-entendidos entre as pessoas, pois o que uma pessoa disse não é o mesmo que a outra pessoa ouviu.
A ciencia da comunicação subjectiva entre pessoas :)

Comunicar entre as pessoas é mtas vezes um desafio, maior se torna o desafio qd as pessoas que tentam comunicar têm bases culturais ou educação mt diferenciados.
Uma pessoa de 70 anos e uma pessoa de 15 anos tem dificuldades de comunicação porque têm referencias diferentes para as mesmas palavras.
Hj em dia tenho 36 anos e já noto referencias culturais com origem na minha juventude infancia que a minha faixa etária de que um miudo de 15 anos não tem conhecimento e fica "a ver navios" qd são puxadas á conversa, o inverso não tenho duvidas tb será verdade.

Tudo isto para que?
Para tentar transmitir que numa sub-cultura como é o BDSM, em que há gente de todo o mundo, niveis culturais, e educacionais, de culturas totalmente diferentes, é mt mais importante ter a noção que por vezes qd falamos de alhos quem nos está a ouvir, está a entender bugalhos, termos cuidado com isso e nos esforçarmos especialmente para sermos claros e espicificos.

sexta-feira, fevereiro 04, 2005

Moralidade BDSM vs "dança das coleiras"

vou aqui transpor um texto que recebi por um grupo BDSM brasileiro, que me pareçe relevante...
como o grupo é publico, e portanto todos podem ver este artigo, não sinto haver problemas em o colocar aqui.. no entanto vou ocultar o nick da autora.

Mesmo estando bastante afastada das listas por conta de uma série de mudanças na minha vida profissional, gostaria de expor a minha opinião sobre um tema que circulou aqui na BDSM_SP recentemente.
Um tema delicado e normalmente abordado por um viés moralista e, algumas vezes, até romântico, e que me concerne diretamente: o “troca-troca de coleiras”, ou a “dança das coleiras”, como preferirem (duas expressões, de antemão, extremamente pejorativas, diga-se de passagem). Eu, na qualidade de submissa que recentemente entregou a coleira e que, antes disso, já tinha sido encoleirada por outros quatro Dominadores, sendo que um deles me encoleirou por mais de uma vez, me sinto diretamente concernida pelo assunto em questão e gostaria de dar minha opinião sobre o tema e sobre as opiniões dadas sobre o tema. E, para chegar onde pretendo, gostaria de relatar, brevemente, algo que me aconteceu:

Há pouco mais de um ano, num domingo, sofri um acidente doméstico que me obrigou a ir até ao hospital. Tentava desemperrar uma porta de correr, quando o trilho superior, de ferro, caiu sobre meu pé. Muito sangue, muita dor – daquelas que deixam tudo leitoso e silencioso na mente. E lá fui eu, sozinha, ao hospital, mancando, com gelo e um tufo enorme de algodão sobre o dedo cortado, que ainda sangrava, cara vermelha de chorar.
Depois de ter falado com uma enfermeira, com uma médica que comentou sobre a sutura que fariam em meu dedo, e de ter tirado a radiografia que acusou a fratura, fui, finalmente, recebida por um médico ortopedista. Ele, atrás da mesa, me fazia perguntas sobre o que tinha acontecido, eu brincava com a situação, como é de eu temperamento, quando, num dado momento, tive a impressão de que ele me olhava de um modo diferente. Ri comigo mesma e concluí que a dor deveria estar me fazendo delirar.
E a consulta continuou. Ao final, ele me olhou e disse: - Agora, você vai para a sala de curativos e me aguarda lá, que eu vou suturar seu dedo. E eu, espantada, com uma expressão estranha, como uma criança que fala alto o que pensa: - Como? O “Senhor” vai suturar meu dedo? Ele, com um ar bravo, muito sério, me olhando firmemente nos olhos: - Por quê??? A mocinha não quer que eu suture o dedo dela? Não acha que sou bom o suficiente para isso? Eu, já gaguejante, com a boca seca: - Não, Senhor, por favor, não é isso... É que eu pensei que... _ Ou prefere que o técnico suture seu dedo? Hem? - Não, por favor, Doutor. É que eu achei que fosse a médica que... E com uma expressão reconhecidamente sádica: - Posso ficar ao lado, vendo-o costurar você errado. O que acha? - Perdão, Doutor. Não foi isso que eu ...
E antes que eu tentasse me explicar, ele começou a rir de modo debochado e me mandou para a sala de curativos. Na sala, todo sério, campo cirúrgico aberto, o tal técnico presente, todo o circo armado, tenho novamente a impressão de que ele me olha de um modo diferente. Mas, agora, sei que não deliro. Ele, já com a seringa da anestesia na mão, mira o corte, me olha novamente daquele jeito e diz, de um modo doce: - Vai doer bastante... - Não faz mal, Doutor. Eu agüento. Ele sorri e me aplica a injeção no corte fundo. Quase me derreti de tesão com a picada e, em seguida, com o peso imenso assumido pelo meu dedo. Cada gesto dele, costurando minha carne, minuciosamente observado por mim, era de uma beleza ímpar.
Naquele momento, eu estava derretida, entregue, encantada e, se ele quisesse, ele, ali mesmo, teria me cortado e me costurado quantas vezes lhe parecessem necessárias. Terminado o procedimento, passando ao meu lado, ele me olhou sorrindo, deu um leve tapa em minha perna e disse; - Depois, a menina volta para vermos como isso está, ok? - Sim, Senhor. Mas era domingo, dia de plantão, e as consultas eram dia de semana. Feliz ou infelizmente, nunca mais o vi.

O que esta história tem a ver com o tema? Para mim, tudo. Neste dia, eu me dei conta de algo que já desconfiava. De que a submissão independe do Dominador. Uma submissa de essência, segundo meu ponto de vista, e me perdoem os mais românticos e, sobretudo, os moralistas, é submissa a todo aquele que souber, ao mesmo tempo, lhe falar à alma e à buceta. E não apenas a UM Dominador em específico. Uma submissa de essência se submete, antes de tudo, à Dominação - antes mesmo de se submeter ao Dominador.
Ousaria dizer que existem dois tipos de submissão (e talvez também de Dominação): . a submissão por vocação (a de essência); . e a submissão por concessão. O funcionamento da submissão por concessão, normalmente ligada à paixão por um ser em especial, seria o seguinte: “Faço tudo o que faço, me submeto a tudo o que me submeto, porque adoro o Senhor, porque só o Senhor me faz fazer isso tudo”. E, como toda concessão, evidentemente, nas entrelinhas pulsa a proposta de troca: “e, por isso, em troca, eu exijo a, b, c...” Seria uma dominação às avessas e, se não bem conduzida, uma sutil manipulação. Uma submissão restrita a um estado emocional, a uma fase, a um parceiro em específico. As submissas por vocação, por outro lado, que sempre o foram e sempre o serão, independentemente de quem estejam servindo, se vergam, sem vergonha alguma, se dobram, sem pudores, se entregam intensamente, sem se preocuparem com o julgamento alheio, a todo verdadeiro Dominador – também por vocação, obviamente. Por isso nos chamam “cadelas”, aliás. Como boas cadelas, sabemos perfeitamente reconhecer a mão que sabe nos tratar como tal e sempre lhe lambemos os dedos, ávidas - a não ser, evidentemente, que estejamos encoleiradas, devidamente bem tratadas como cadelas que somos e, de preferência, com guia cerrada e curta...
Uma submissa por vocação não pertence, portanto, a um Dominador, mas à Dominação que um Dominador possa lhe impor. Daí o fato, aparentemente tão condenável por tantos, de uma submissa de vocação ter, normalmente, em sua vida ativa, várias coleiras. Ora, o que li em algumas respostas, de que subs que trocam de coleira seriam pessoas despreparadas, imaturas, que não se enxergariam fundo etc. me chama realmente a atenção. Primeiro, porque quem decide encoleirar uma sub, quero lhes lembrar, é um Dominador – uma sub de vocação nunca pede coleira. Logo, o fato de uma submissa ter tido várias coleiras significa, no mínimo, que ela teve a honra de ser publicamente reconhecida como submissa o suficiente para ostentar a marca de um Dominador, pois a coleira não expõe só a sub, mas também o Dom. Significa que ela se mostrou digna de ser publicamente marcada. E se uma sub que teve outras coleiras, continua sendo encoleirada é, também, no mínimo, porque honrou as coleiras que portou anteriormente, sobretudo porque a coleira, e todos sabem disso, é um reconhecimento ao qual nem todas as submissas, a despeito do tempo que possam servir a um Dominador, têm acesso.
Depois que, como tudo na vida, uma relação SM, sinto dizer, um dia também acaba e nunca, jamais, em tempo algum e por ninguém, poderá ser julgada pelo tempo de vida útil. Só faltava, agora, instituir bodas de papelão, de cobre, de prata e de ouro para relações SM. E por que razões acaba e de que modo acaba é algo que diz respeito unicamente a quem dela participou. Algumas subs, normalmente as de vocação, não estão no SM para, como se diz lá no Norte, “passar uma chuva” ou para arranjar namorado/marido. Nós, subs de vocação, vivemos o SM como orientação exclusiva e, portanto, vivemos todas as suas alegrias e vicissitudes: do encontro, do prazer pleno, da entrega intensa, até o rompimento. É evidente que todos buscamos uma certa estabilidade, mas manter uma falsa estabilidade, por respeito às “aparências” e com medo do olhar do outro, jamais.
As submissas por vocação o são porque, antes de se sujeitarem a um homem, se sujeitam ao seu próprio Desejo (em maiúscula, com a devida licença de J. Lacan). E o Desejo é deliciosamente torto, amoral, algumas vezes “sujo”... Ele desconhece o enquadramento social, ele despreza mandamentos de grupos ou de religiões, ele abomina os vomitadores de regras de todo tipo. Eu, xpto, sou uma submissa de vocação, como tantas outras aqui (talvez nem tantas assim). Já ostentei e honrei cinco coleiras e ostentarei e honrarei tantas quantas a vida SM me presentear, de todos aqueles que eu tiver o prazer e a honra de servir e que me considerarem digna para tal.
Se for apenas mais um, ótimo, terei encontrado o que tanto busco.
Se forem mais de um, é porque minha busca deverá seguir por um caminho mais longo.
Portanto, julgamentos de leviana, perdida, despreparada, imatura ou qualquer coisa do tipo cabem bem, sim, lá na espera do salão de beleza, onde um bando de mulheres se reúne para se horrorizar, em grupo, diante do anúncio de cada novo namorado da deliciosa Deborah Secco.

Aqui, sorry, é inaceitável. xpto - cadela, com orgulho.

aguardo comentários:)

terça-feira, janeiro 25, 2005

POR MINHA ESCOLHA

Por minha escolha me visto,
Por minha escolha vou trabalhar,
Por minha escolha vou passear,

Sem escolha sonho,
Sem escolha imagino o que a minha imaginação me trás,
Sem escolha desejo…

Por minha escolha falo com quem gosto
Por minha escolha não falo com quem não gosto
Por minha escolha olho para aonde quero

Sem escolha vou á procura de pessoas,
Sem escolha olho á minha volta,
Sem escolha desejo o que muitas vezes não tenho

Sem escolha procuro…
Por minha escolha tento escolher o que procuro

quarta-feira, outubro 27, 2004

Perder a VirginBondage

Recentemente perdi a minha virgindade no BDSM, é verdade que foi algo muito simples, há quem inclusivamente pudesse dizer que muito básico…

Para mim foi bastante mais que isso… tocou-me e mexeu comigo, de maneiras que eu ainda estou a avaliar… e sentir…
Curiosamente, e apesar de ter dominado alguém… de ter pegado nesse alguém e tê-la embaraçado e humilhado. Provocado dor e prazer. Conforme a minha vontade ditasse, as minhas mãos executassem, os meus olhos desejassem… a minha atenção, desejo e prazer não estavam focados e concentrados em mim, mas na submissa… olhando… reparando… bebendo da sua submissão, prazer, dor, e liberdade de Sentir, sem pejos, sem culpas… eu tirando prazer, um prazer sádico de a “forçar” a sentir, de a ver a contorcer-se… sem saber bem se de prazer se de dor… de humilhação/vergonha ou excitação sem poder evita-lo, sem poder fugir, sem desejar fugir… um aspecto reforçando o outro. De ver e sentir o Prazer dela, de saber que tudo o que eu estava a fazer ela estava a gostar, libertando-me de sentimentos de culpa, libertando os meus desejos e minhas vontades no corpo e espírito dela. Para eu lhe dar prazer, e dar-me prazer a mim mesmo fazendo algo que ambos gostamos e desejamos… precisamos…

Ela… de Sentir sem medos……. Libertar-se da prisão das convenções impostas… libertando-se para apenas sentir. Tendo essa coragem e força que tão poucos têm…. A de enfrentar os seus próprios sentimentos e desejos na sua plenitude. E a capacidade de se entregar a esses mesmos sentidos e a quem lhos “força”… a sentir de uma maneira maravilhosa, cheia de coragem
Eu… de sentir o meu prazer libertar-se na liberdade dela… de poder controlar, de pegar em alguém e fazer como me “apetecer” sabendo que o que faço é por mais estranho que pareça, algo que ambos apreciamos e desejamos, que inclusivamente precisamos, e é aceite por ambos… que o contorcer dela… é desejado…. E isso dá-me gozo! porque é consensual… e igualmente importante para mim… ela também têm gozo!!!

É algo indescritível… é algo que tem de ser sentido… saboreado lentamente… E por isso, ainda penso, ainda me recordo, ainda desejo…

domingo, outubro 10, 2004

quando alguem é o Dominador de alguem, quando alguem submete-se a alguem....

Ultimamente, este tema, têm estado na minha cabeça, pelas mais variadas razões, até que neste momento, resolvi escrever sobre isso. Talvez me ajude....

ao longo do meu tempo no canal, tenho visto, vários tipos de interacção. Desde as "sessões"ocasionais, em que duas ou mais pessoas, conversam e se juntam para "brincar", mas sem obrigações nenhumas entre eles quando a sessão acabar... ao terem várias sessões, por puro prazer, sem obrigações futuras ao criarem uma "relação" BDSM com algumas obrigações implícitas e não explicitas:), e por vezes, indo para alem disso para níveis mais pessoais até chegarmos ás relações oficias e reconhecidas, de Dom/Sub, e Dono/Escrava....

mas... afinal o que é que isso envolve? todos nós falamos, todos discutimos sobre o assunto… todos aparentemente sabemos o que é, todos temos a verdade suprema sobre o assunto... mas afinal, eu pergunto: aonde fomos nós buscar essa verdade final e suprema? há quem diga que uma relação Dom/Sub, têm poucas diferenças entre uma de Dono \ escrava, eu não concordo.... há quem diga as mais variadas coisas, desde que os querem um contracto… em que se explica todas as situações, e ás vezes castigos... até coisas mt informais.... e subitamente, enquanto escrevia isto... descobri, qual era a fonte do meu mal estar em toda esta situação, e a razão da minha procura... eu andava á procura de uma definição de uma relação BDSM para MIM... uma relação que me satisfizesse... uma definição universal e unificadora, tipo uma constituição aonde eu pudesse ir buscar as linhas mestras... para me ajudar a definir as minhas...

e acabei por perceber o que se calhar já todos sabem... que não há definição final, que a definição está no coração de cada um de nós que anda a "brincar" aos Dom's e Sub's... á procura da felicidade de algo que nos preencha… e realize...
para alguns passa pela segurança do contracto aonde está escrito tudo o que podem ou não fazer...
para outros passa por um acordo verbal sobre os sim e nãos.... a onde estão os limites, da Relação
para outros por uma declaração formal, eu xpto aceito ser tua Sub, eu xpti, aceito ser teu Dom...
para outros há que não precisam de definição de regras, de limites, que preferem que seja tudo ao correr da vida e dos gostos.....
e por certo haverá mais modelos... cada um á forma e feitio de cada um… por vezes numa relação BDSM acredito piamente que haverá duas formas de viver a relação, em que por métodos arcanos conseguem de alguma maneira coexistir juntas... e até florescer.....

eu olho para todos estes métodos, e volto a olhar... e vejo partes que me servem.. que eu posso usar como paredes mestras... e há outros que não me servem, outros com que eu discordo.. e outros ainda que acho errados..... quais são ou deixam de ser... é comigo.. e com quem eu brinco... cuscos/as!!!!:)

mas este nosso jogo é complicado.... e quanto mais exploramos mais tende a ser... aliás o "jogo" para alguns é parte da atracção, do que lhes chama para o jogarem

eu vejo tudo e não vejo nada... não tenho a verdade suprema, reconheço-o e dou graças a deus(se ele existe) por isso.. mesmo que tivesse a possibilidade não a queria..

é a minha visão, e opinião pessoal... mas acho que mtas vezes há quem se esquece de algo... que no calor da vida e das emoções se esquecem de O conceito que em minha opinião nos faz humanos.... têm um Nome... Chama-se Empatia.. a capacidade que nós humanos temos de nos lembrarmos que a pessoa ao lado tb é humana... não é sub ou dom... é Humana... sofre, sente, gosta, sente prazer, sente orgasmo, sente desejo, desespero, dor...
e acho que por vezes nos jogos todos que fazemos, nas definições que procuramos, para atingir o que desejamos... esquecemo-nos disso... que eles tb são humanos... e que as regras assim como os cavalos, por vezes tb se abatem:)))

sexta-feira, setembro 24, 2004

a minha primeira vez... como será?

á coisa de umas duas semanas atrás, venho me interrogando sobre como será a minha primeira vez... a ser dominado, ou a dominar... o que vou fazer ou me vão fazer....confesso que tenho duas preocupações diferentes:
no papel de submisso:
se vou agradar, se vou fazer as coisas bem?, e quem me dominar se vai saber me levar?...
se tendo em conta que sou total principiante sera melhor iniciar-me com um total principiante ou pelo contrário... com alguem já mt experiente? se sou verdadeiramente submisso:)) ou é apenas algo que me saiu dd imaginação....
no papel de dominador:
se vou agradar á minha sub... como vou fazer a minha primeira sessão com ela?, como iniciar uma sessão? se vou fazer as coisas bem ou mal? até aonde ir? até aonde não ir? será que vou "ler" a submissa correctamente e vou ter sucesso ou não?será que é melhor começar com alguem totalmente inexperiente como eu, ou com alguem que já teve alguma experiencia?

enfim.. básicamente tou a ter um ataque de ansiedade de falta de confiança suponho.... suponho que o melhor é não pensar mt no assunto e avançar para a frente....

quarta-feira, setembro 15, 2004

primeiro passo

não sei mt bem como escrever isto, por isso vou escrevendo e logo vejo o que vai sair:))))
atão... é assim.... á já mts anos que eu sonho, imagino, e fantasio com bdsm.... o que gostaria de fazer, o que gostaria que me fizessem, o que vou ou não sentir... e já ando a faze-lo á tanto tempo que de certo modo, me esqueçi de passar a coisa para a vida real. para de facto tentar o bdsm... aliás... chegou a um ponto, em que eu receio dar o proximo passo, executar o meu sonho/desejo.... pois a realidade talvez não seja tão boa, quanto a minha imaginação...................
ora recentemente, em conversa colocaram-me uma pergunta, porque é que não vou em frente e pergunto? porque não vou á luta? qual é a minha desculpa?.... e eu fui para responder, e infelizmente não me veio á boca nenhuma resposta... não tenho desculpa!
o que me veio, foi á cabeça, o desejo.. a ansia de experimentar... de aprender, de me deixar ir como sub, de fazer o outro ir como dom......
portanto, suponho que isto seja a minha declaração de intenções:)))) para mim mesmo e para o mundo.... a de deixar de sonhar, ou melhor... de passar os meus sonhos para a realidade, em vez de os deixar apagarem-se depois de os ter imaginado.....
desejo-me boa sorte:))), nesta minha nova demanda pelo meu Graal.....